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Mortevida

Nas negras horas do dia, intermináveis e nauseabundas, semi-consciente, meio morto, quase vivo, quase vivo — quase vivo e quase morro: não sei se existo: quase não existo.

Na noite renasço, e por algumas horas, por alguma eternidade efêmera, por algumas cores e alguns sons, às vezes me vejo em mim, às vezes pareço estar ali.

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