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Eu estou lá

Andar pelas ruas é melhor que desenhar, é melhor do que assistir a um filme de Wenders ou ler um livro seja de quem for; melhor do que ouvir um concerto de Brahms ou Schubert. Ser eu mesmo nas ruas da cidade abandonada é melhor do que qualquer coisa. Ainda que ninguém me veja, ainda que eu não seja ninguém — ninguém além de mim mesmo.

O céu está lá, o sol está lá, o mundo está lá — tudo está lá e tudo é perfeito: não preciso de mais nada. Eu tenho a mim mesmo e nada mais é necessário.

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